MonaLisa Touch é um tratamento com laser de CO2 fracionado desenvolvido pela empresa italiana DEKA, aplicado na mucosa vaginal para tratar a atrofia vaginal e sintomas da saúde íntima. O laser emite microfeixes de luz que criam pontos de microlesão controlada na mucosa. Essas microlesões estimulam os fibroblastos e a produção de colágeno, promovendo a regeneração e a reidratação do tecido, o que devolve espessura, elasticidade e lubrificação à parede vaginal. É um procedimento feito em consultório.
A atrofia vaginal, parte da síndrome geniturinária da menopausa, é uma queixa muito comum e pouco falada: ressecamento, ardência, coceira, dor na relação sexual (dispareunia) e infecções e desconforto urinário de repetição. Isso afeta o dia a dia, a intimidade e a autoestima da mulher, sobretudo após a menopausa ou em situações que reduzem o estrogênio. O MonaLisa Touch age direto nessa dor: alivia o ressecamento e a ardência, melhora a lubrificação e a elasticidade e reduz a dor na relação, recuperando conforto e qualidade de vida. É uma opção especialmente valorizada por mulheres que não podem ou não desejam usar reposição hormonal.
Na AzulayZanella, em Joinville, o MonaLisa Touch faz parte dos tratamentos voltados à saúde íntima e ao estímulo de colágeno:
Veja também a lista completa de tratamentos da clínica.
Trata a atrofia vaginal e sintomas da saúde íntima como ressecamento, ardência, dor na relação sexual e perda de elasticidade, comuns principalmente após a menopausa, estimulando colágeno e reidratação da mucosa.
É uma opção valorizada por mulheres que não podem ou não querem usar hormônios, porque age localmente na mucosa sem hormônio. A indicação é definida em avaliação médica.
O protocolo costuma envolver cerca de 3 sessões, com intervalo de aproximadamente 30 a 60 dias, ajustado conforme o grau da atrofia e a resposta da paciente.
A recuperação é rápida e a maioria das pacientes retoma as atividades do dia logo em seguida. Pode haver leve desconforto, sensação de calor local ou pequena secreção nas horas seguintes. Recomenda-se evitar relação sexual por alguns dias após cada sessão (em geral de 3 a 7 dias), conforme orientação médica.
Cada sessão é rápida, feita em consultório, sem internação. O protocolo costuma envolver cerca de 3 sessões, com intervalo de aproximadamente 30 a 60 dias entre elas. O número de sessões e o intervalo são ajustados conforme o grau da atrofia e a resposta de cada paciente.
A melhora dos sintomas (menos ressecamento, ardência e dor) costuma ser percebida já nas primeiras sessões, com resultado mais completo ao término do protocolo, quando a produção de colágeno e a reidratação do tecido se consolidam. Estudos com laser de CO2 fracionado vaginal descrevem melhora significativa dos sintomas de atrofia na maioria das pacientes.
O resultado favorável tende a durar cerca de um ano ou mais, e sessões de manutenção podem ser feitas periodicamente (por exemplo, anualmente) para sustentar o efeito, já que a causa hormonal da atrofia permanece ao longo do tempo.
